sexta-feira, 1 de novembro de 2013

50 Tons de cinza

Vovó já dizia: “Não deves falar sobre aquilo que não sabes.”


E então fui ler 50 tons de cinza. E, sim, gosto é gosto. Mas como não refletir sobre a quantidade (enorme) de Pessoas que mudaram de vida (sexual) após tal leitura?


Bom, em se tratando de gosto, que baita porcaria de livro! 

Sobre a libido que começou jorrar em alguns corpos, cada um na sua. Mas afirmar que subiram paredes e penetraram fundo no jardim das delícias e justificaram com todas as glândulas o sorriso de satisfação da manhã seguinte, por que leram esse “livro”?! 



Se é para badalar livro de auto-ajuda sexual, prefiro um velho e bom Carlos Zéfiro. Até mesmo o Mestre (Devasso) Nelson Rodrigues com suas passagens de “A vida como ela é”.

2 comentários:

  1. Concordo, na verdade o sexo é muito mais, prefiro falar em fazer amor com toque, carinho e muitos sentimentos.
    Eu li o livro e fiz uma reflexão o Sr Grey possui um passado cheio de marcas e levou essas marcas para a cama e ao ler o segundo livro, cinquenta tons mais escuros, percebi que tudo isso não era só prazer, havia ali uma mescla de sofrimentos e traumas! A Anastácia mostrou outro lado da vida para ele, pois ela também sofria com a frieza dele, o fato de não poder tocá-lo e até a agressividade de alguns momentos. Isso e muito forte, fazer amor sem toque não é fazer amor! Boa reflexão, obrigada por compartilhar

    ResponderExcluir